
"Pesquisar o passado, preservar a história, conectar o futuro"
Sob as águas do Rio de Janeiro dormem histórias de coragem, resistência e memória. Milhões de vozes silenciadas pelo oceano clamam por reconhecimento. O Projeto Maltesa desperta essas narrativas através da ciência, iluminando naufrágios escravagistas que testemunham a maior tragédia da humanidade.


O Projeto
O Projeto Maltesa é uma pesquisa científica interdisciplinar que une geofísica, arqueologia e história para revelar o patrimônio cultural subaquático do litoral fluminense. Focado na detecção e preservação de naufrágios escravagistas do século XIX, o projeto transforma tecnologia de ponta em ferramenta de memória e justiça.Dá nome ao Projeto Maltesa a primeira pesquisa de detecção de um naufrágio escravagista realizada conjuntamente pelos coordenadores do projeto: a Sumaca Maltesa, uma embarcação de dois mastros com 83 toneladas e 9 tripulantes.
Tecnologias avançadas para mapeamento do leito marinho e identificação de anomalias
Análise de documentos e registros para contextualizar o episódio histórico
Análise de grandes volumes de dados históricos e arqueológicos












Objetivos
O Projeto Maltesa persegue objetivos científicos e humanitários simultâneos: detectar, caracterizar e preservar seis naufrágios escravagistas do século XIX no litoral fluminense, utilizando geofísica de ponta.








Reconhecer a centralidade da herança africana na formação da sociedade brasileira


Promover debate sobre racismo e suas consequências




Dar voz às histórias silenciadas de milhões de africanos
Em sintonia com os esforços globais da UNESCO


Artigos


Este artigo aborda a detenção da Sumaca Maltesa, ocorrida no dia 18 de Junho de 1950, flagrada pela marinha inglesa na praia de Itaipu.






O naufrágio da Sumaca Maltesa: um navio escravista em Itaipu


Na Ponte de Pedra
A matéria fala sobre a Ponte de Pedra, uma estrutura histórica localizada no Parque Natural Municipal de Niterói (PARNIT), no Rio de Janeiro.


Histórias esquecidas:
O desembarque ilegal de africanos escravizados em Niterói
Publicado no livro Niterói 450 anos: Capítulos de sua história, este artigo aborda como as praias de Niterói, especialmente na região oceânica de Itaipu, Piratininga e Imbuí, funcionaram como rotas e portos clandestinos para o desembarque de milhares de africanos escravizados durante o período do tráfico ilegal (1831-1860).































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